sábado, 12 de janeiro de 2019

asM3M. Vol.3. Ed.2. Págs.50 a 52.

-asM3M. Vol.3. Ed.2. Págs.50 a 52.



- Já quando o autor apresenta a origem da palavra "cálculo" neste texto aqui, ele parece abandonar não só a Wikipedia. Por alguma razão qualquer, ou razões distintas, abandona também o dicionário de sua preferência... E não traz apenas uma referência, nos brinda com outra. Olha ai na tela...

Ela clicou em outro atalho e este texto também estava lá, bem diante dos olhos de Seguro:
Calx, em latim, significava cal, pedra de cal (daí veio o inglês chalk, giz). Calx ganhou a terminação diminutiva -ulus e ficou assim: calculus, significando (1) pedrinha, (2) pedra na bexiga e (3) cômputo, conta - porque os romaninhos aprendiam a contar usando pedrinhas. (PIMENTA, 2016, p.44, grifos do autor)

- Mal comparando, neste texto, cálculo está para medicina e matemática, assim como modernidade está para história e tecnologia da informação. Mas não te aflige muito, pois ter que optar por esta ou aquela fonte não é atividade apenas de estudantes, autores e pesquisadores... é uma constante no cotidiano dos leitores em geral.... dá só uma olhada neste artigo de 2009...

Bento se aproximou da tela onde leu em silêncio:
(...) Não há um editor universal para a web. O leitor é que precisa, de acordo com o objetivo de leitura que tem, escolher o que lhe cabe para o momento. Assim é no jornal diário, na revista semanal, na enciclopédia impressa e no livro de contos. Não é diferente de outro dispositivo. (RIBEIRO, p.593)
Vez ou outra alguém resolve usar o argumento do editor onisciente: “Mas os jornais têm um editor-chefe que controla o que dizem os repórteres” e “os livros que saem por editoras são avaliados por conselhos editoriais”. Importante saber que grande parte das pessoas tenha em alta conta o que ocorre nas produções jornalística e livreira, mas é preciso frustrar um pouco esses leitores. Editores-chefes também erram. Há casos famosos de notícias mal-apuradas que se mostraram grandes problemas mais tarde (...) Fotos de acidentes históricos divulgadas por grandes jornais e, mais tarde, a errata admitindo uma tosca montagem em programas de editoração. Também assim pode ocorrer com os livros. Editores, em sua maioria, atualmente, são executivos. Eles não lêem os originais que lhes chegam. Os conselhos editoriais pouco fazem, em grande parte das editoras, a não ser manter seus nomes entre os créditos das obras. Há quem publique porque tem os “canais”; há quem publique sempre os mesmos textos com novos nomes e tímida remodelagem. Há livros que sequer têm um mínimo tratamento editorial (por vezes, sequer a revisão de português). (RIBEIRO, p.593-594)

A musa esperou o rapaz terminar de ler e, quando ele se afastou um pouco do vídeo, ela avaliou mais um pouco o conteúdo da Internet e percebeu um bom complemento à explanação a partir de uma das referências para a qual apontou:

- Mesmo sobre as musas, nesse mesmo terceiro volume da série, além do trecho que costuma expor antes de cada conto, o autor traz também a versão apresentada por Pimenta.

Abriu o livro que mencionou, bem na página 161, e leu em voz alta  o texto a seguir:
De início, eram ninfas, alegrinhas que habitavam bosques, rios e fontes. Depois, foram promovidas a deusas, responsáveis pelas ciências e pelas artes: Calíope (poesia épica), Clio (história), Érato (lírica coral), Euterpe (música), Melpômene (tragédia), Polímnia (retórica), Talia (comédia), Terspsícore (dança) e Urânia (astronomia).
O mundo das artes agradeceu às Musas eternizando-as em palavras. (PIMENTA, 2016, p.161)

Fez uma pausa na leitura e completou:

- É bom que vejas o resto da história que precede a nossa apresentação e versa sobre nossas origens no livro do Pimenta que traz muitas outras informações úteis e interessantes... éramos mesmo poucas: não chegávamos à uma dezena nos primórdios... e ainda assim ainda há variações em nossa apresentação... entretanto, a crescente produção e a diversidade das ciências e das artes nos demandaram novas áreas de atuação e recrutamento, principalmente em tempos de multidisciplinaridade...

Semi-cerrou o livro sem desmarcar a página e prosseguiu:

- É verdade... o mundo ainda nos agradece eternizando-nos em palavras... e imagens... e filmes... E olha só como o senhor Pimenta é discreto nos apresentando, não explicitamente no termo musa, mas como explicação para outros termos com prefixo similar.


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Capa/Sumário: http://asm3m.blogspot.com/2018/11/as-musas-do-terceiro-milenio-2018.html
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt
(ISBN 978-85-915192-8-6)
asM3M. Vol.3. Ed.2.
TRI eQUIVOCADO, BARBARIDADe!
COLeÇÃO AS MUSAS DO TeRCeIRO MILêNIO
VOLUMe 3. SeGUNDA eDIÇãO.
 i. O conteúdo original em meio digital pode ser livremente distribuído em formato “.pdf” desde que não seja modificado e se apresente por completo.
ii. Esta página só pode ser reproduzida em suporte físico desde que se apresente tal qual se encontra no original.
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CALLONI, Humberto. LARCEN, César G. From modern chess to liquid games: an approach based on the cultural studies field to study the modern and the post-modern education on punctual elements. In: CRIAR EDUCAÇÃO Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação. UNESC, v. 3, p. 1-19, 2014.
 
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